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Eliana Dagmar
Comunicadora de Rádio e TV
Fone: (19) 3807-8214
E-mail: eliana@elianadagmar.com.br
Ser ou não ser feliz?!
26/06/2010 -
1 comentários - Comente este artigo
Creio que todos concordamos que o ser humano está em constante busca da felicidade. Como fora uma sina determinada e determinante, estamos fadados a procurá-la ... No entanto, parece que há tanta gente que dá de cara com a felicidade e não a reconhece; recebe o seu abraço e não se entrega...
Quantas pessoas, com todas as condições favoráveis ao usufruto da felicidade, despendem enorme energia em lamentações, numa explícita demonstração de que estão descontentes, de que são infelizes. Por outro lado, quantos conhecemos que pouco teriam para se considerar felizes e, mesmo assim, reconhecem em si a preciosa luz da felicidade iluminando seus corações... Sabem celebrar essa dádiva de forma expressiva!
Será que, da mesma maneira que nascemos com vocação para ser artista ou cientista, também nascemos vocacionados ou não - para a felicidade? Será que ser feliz está intimamente relacionado a auto-estima? Será que se não me amar não conseguirei compreender as oportunidades de felicidade que a vida me oferece? Em que medida a formação que recebemos pode influenciar positivamente ou não a capacidade de ser feliz? Que responsabilidade temos em relação a nossa própria felicidade? Ou será que nossa felicidade é tarefa daquele a quem coube a responsabilidade de nos propiciar incentivo e formação adequadas, especialmente na infância?
O questionamento evocado neste artigo tem sua razão de ser diante do crescente número de pessoas desencontradas, que se auto-definem como infelizes e angustiadas mesmo quando podem contar com incontáveis condições favoráveis. As respostas a tantas perguntas abrem um leque de possibilidades! Continuo me indagando... E você, leitor, como entende esse assunto? Você tem vocação para ser feliz ou felicidade é simples questão de escolha? Aberta a temporada de reflexão sobre o tema!...
A propósito, termino este artigo com um poema que o tema me inspirou tempos atrás:
Soneto da Procura
Eliana Dagmar
Ah! Se de alguma forma eu te encontrasse,
já que procuro atenta a tua pista...
Ah! se eu pudesse desvendar-te a face
num vislumbrado instante de conquista.
Ainda que a tristeza me arqueasse
antecipando a lágrima imprevista;
e mesmo que a ilusão me abandonasse,
minhalma ordenaria a mim: - Insista!
Para alcançar-te eu acelero o passo,
disfarço o pranto e envolvo num abraço
a última esperança que me invade.
Sigo sonhando, cada dia um pouco...
Não sei se sou poeta ou se sou louco,
mas hei de te encontrar, Felicidade!
Quantas pessoas, com todas as condições favoráveis ao usufruto da felicidade, despendem enorme energia em lamentações, numa explícita demonstração de que estão descontentes, de que são infelizes. Por outro lado, quantos conhecemos que pouco teriam para se considerar felizes e, mesmo assim, reconhecem em si a preciosa luz da felicidade iluminando seus corações... Sabem celebrar essa dádiva de forma expressiva!
Será que, da mesma maneira que nascemos com vocação para ser artista ou cientista, também nascemos vocacionados ou não - para a felicidade? Será que ser feliz está intimamente relacionado a auto-estima? Será que se não me amar não conseguirei compreender as oportunidades de felicidade que a vida me oferece? Em que medida a formação que recebemos pode influenciar positivamente ou não a capacidade de ser feliz? Que responsabilidade temos em relação a nossa própria felicidade? Ou será que nossa felicidade é tarefa daquele a quem coube a responsabilidade de nos propiciar incentivo e formação adequadas, especialmente na infância?
O questionamento evocado neste artigo tem sua razão de ser diante do crescente número de pessoas desencontradas, que se auto-definem como infelizes e angustiadas mesmo quando podem contar com incontáveis condições favoráveis. As respostas a tantas perguntas abrem um leque de possibilidades! Continuo me indagando... E você, leitor, como entende esse assunto? Você tem vocação para ser feliz ou felicidade é simples questão de escolha? Aberta a temporada de reflexão sobre o tema!...
A propósito, termino este artigo com um poema que o tema me inspirou tempos atrás:
Soneto da Procura
Eliana Dagmar
Ah! Se de alguma forma eu te encontrasse,
já que procuro atenta a tua pista...
Ah! se eu pudesse desvendar-te a face
num vislumbrado instante de conquista.
Ainda que a tristeza me arqueasse
antecipando a lágrima imprevista;
e mesmo que a ilusão me abandonasse,
minhalma ordenaria a mim: - Insista!
Para alcançar-te eu acelero o passo,
disfarço o pranto e envolvo num abraço
a última esperança que me invade.
Sigo sonhando, cada dia um pouco...
Não sei se sou poeta ou se sou louco,
mas hei de te encontrar, Felicidade!
Comentários enviados.
Enviado em 29/06/2010 por Berenice A. de Souza Berli - Campinas
Seu poema me comoveu. É fiel retrato de como nos comportamos em busca da felicidade. Às vezes disfarçamos uma lágrima, ou embarcamos numa ilusão, mas jamais desistimos de encontrar a tal Felicidade! Um dia eu chego lá!
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